
Ao contrário de outros líderes de tecnologia como Bill Gates e Mark Zuckerberg, Jobs não assinou o compromisso moral de doar, pelo menos, metade de sua riqueza à filantropia.
Seu nome também não aparece na lista de presentes de US$ 1 milhão ou mais mantido pelo Centro de Indiana University sobre filantropia. Apesar de ter uma fortuna estimada em mais de US$ 8 bilhões.
Além disso, Jobs havia fechado programas filantrópicos da Apple quando ele retornou à empresa em 1997 e nunca os restabeleceu, apesar de US$ 18,39 bilhões em lucros só no ano de 2010.
Agora eu pergunto: Valeu a pena, Mister Jobs?
Esse é só um dos, dentre tantos, motivos pelo qual eu não o admiro.

